Ministra do Interior inicia trabalhos no ministério com proposta de garantias fundamentais a sociedade padmesa

A Excelentíssima Ministra do Interior, Amélie Loreal, nomeada ontem (16/06) para assumir o Ministério, já começou seus trabalhos de forma pujante, e atenta as necessidades sociais. A Constituição Padmesa de 2017, em seu artigo 34 par. único, prevê que “os direitos e garantias fundamentais dos cidadãos padmeses e estrangeiros em solo nacional serão definidos por legislação específica“. E ciente dos princípios constitucionais e da pasta a qual é competente, a jovem ministra se empenhou para preencher essa lacuna.

Enviou na tarde deste dia 17/03 uma proposta de Estatuto da Cidadania, que irá garantir de forma mais sólida, os direitos e deveres dos cidadãos padmeses, bem como os estrangeiros  que residem em solo nacional. A Proposta foi enviada ao Gabinete do Príncipe Soberano para as devidas considerações, e passará por um percurso até sua aprovação.

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NOTA DE REPÚDIO

NOTA DE REPÚDIO

Fazzapur, 16 de março de 2017

O Estado Principesco de Padme, ciente dos últimos acontecimentos envolvendo ataques a Ásia Micronacional e seu seguimento de tradição e cultura Oriental, considera deplorável matérias jornalísticas que incitam o ódio, a discórdia e o alvoroço entre os irmãos participantes do hobby, sob palavras de agressão, que ofendem a temática e condução de projetos micronacionais de tradição oriental.

O Estado Padmês reitera, que nossa tradição, atrelado aos princípios constitucionais de nosso país, preza pelo diálogo, para as soluções pacíficas de conflitos. E ratificamos, o repúdio aos que promovem conscientemente a violência de gênero, fronteiras geográficas, étnicas, sociais, religiosas ou econômicas. Atentando também contra os direitos humanos e a auto-determinação dos povos, atingindo seus direitos à liberdade, à cultura, à integridade física, psicológica e moral.

Que haja benefício para todos nós!

SAMIR IBRAHIM AL-FERES
Príncipe Soberano de Padme

Padme de cara nova: Conheça as mudanças!

A República Oligárquica Confessional de Padme, comumente conhecida como País Padme, foi desde sua fundação, em 13 de fevereiro de 2016, um Estado republicano, baseado diretamente nos princípios budistas. O país que hasteava sua bandeira nas longínquas montanhas da Ásia, cresceu e amadureceu, enfrentou desafios, até que por fim, tornou-se uma micronação sólida dentro do micronacionalismo lusófono.

Durante o governo de seus dois principais Ministros-Regentes, Lobsang Tashi (Pai-Fundador) e Tenzin Drugye, Padme preservou a estrutura republicana, e conduziu sua política de uma forma pacifica e harmônica. A adesão de Padme, no fórum diplomático mais respeitado do micronacionalismo lusófono (a Liga das micronações), deu ao país um significado, acrescido da criação da Mandala de Orientalismo, que ajudou a expandir a diplomacia de Padme, não se limitando as fronteiras de Tawang.

No entanto, os ventos que sopravam em Padme, trouxeram grandiosas mudanças em sua estrutura, com a saída significante de alguns cidadãos, dentre eles o mentor da pátria, Padme mostrou-se dispostas a resistir. Quando em 13 de fevereiro de 2017, data que marcou seu primeiro aniversario, tomou posse como o terceiro Ministro-Regente do País, Samir Ibrahim Al-Feres, Príncipe de Escorvânia.

O então Ministro-Regente ressaltou em sua nota oficial, não pretender fazer mudanças em Padme em seus primeiros momentos de governo. É dado que o então recém Chefe do Kashag, como forma de preservar a estrutura do país, adotou com esforçou, medidas de preservação cultural e apoio, mas o destino insistiria em não conceder-lhe bons agouros.

Diante disto, o então Ministro-Regente decide aplicar a “Reforma Legal”. Uma medida do governo, que consistiria em fazer uma manutenção na estrutura do projeto, a fim de que, por meio desta reforma, Padme pudesse ainda sobreviver aos novos tempos.

Entenda o novo Estado

A partir das primeiras horas do dia 01 de Março de 2017, Padme adotou o regime Monárquico Eletivo Constitucional. O nome oficial da nação padmesa alterou-se para “Estado Principesco de Padme”. Embora seja representado por um Príncipe, a nova constituição ressalta que tal regime ou forma de governo, é bem diferente de um Principado no seu estilo convencional. Vejamos as mudanças:

  • Padme adotou o regime monárquico eletivo constitucional;
  • Padme não tornou-se um Principado comumente conhecido pela tradição ocidental. Mas um Estado Principesco, o que implica dizer, que embora seja chefiado por um Príncipe, este não é inviolável ou sagrado.
  • Permaneceu com o sistema eleitoral rotativo;
  • Transferiu-se a Capital nacional, torando-se a antiga, patrimônio imaterial de Padme;
  • Se adotou a língua árabe, como a segunda língua cerimonial do país, depois do Tibetano;
  • O Conselho Supremo (Parlamento) substituiu o antigo Kashag, e agora assume competências juslegislativas;
  • O Príncipe Soberano de Padme, é um cargo (ou título) eleito e vitalício, assumindo apenas a Chefia de Estado em assuntos representativos e cerimonias. E em casos excepcionais, o monarca, assume a Chefia de Governo.
  • O Presidente do Governo (Premier) é um cargo eleito ou nomeado por um período de seis meses, e suas responsabilidades principais incluem coordenar a atividade do governo, designar membros para a administração publica, coordena a ação dos ministros, prestar contas ao Conselho Supremo e manter o Príncipe Soberano informado.
  • Adotou-se o principio da laicidade estatal, conduto preserva-se a liberdade de crenças e um tratamento especial ao Budismo, que se apresenta como um coadjuvante da identidade nacional, formando a cultura mãe da micronação.
  • Não há Dinastia, nem Família Soberana, nem Casa Real, se não a Casa do Povo.
  • Se preservou o dispositivo previsto na Carta de Lotus, que obriga Padme a rejeitar qualquer oferta expansionista. Da mesma forma, Padme é um Estado que renuncia ter forças armadas.

As demais mudanças, você poderá conhecer no novo Site Oficial de Padme  e em nossa pagina no facebook (Padme Face). Siga-nos!

Notícias da Semana: 13/02 a 17/02

Empossado Novo Ministro-Regente de Padme

No dia 12 de fevereiro ás vésperas do aniversário de um ano de Padme, foi anunciado o nome de Sua Alteza, Samir Ibrahim Alferes, Príncipe de Escorvânia, para assumir o Kashag (Governo) de Padme. No dia 13 de fevereiro, o novo Ministro-Regente emitiu uma carta oficial na qual destacou suas prioridades iniciais, cujo é voltado a dar continuidade a herança oriental de Padme.


Ministro-Regente cria Correio Oficial de Padme

O honorável Ministro-Regente, Samir Ibrahim Alferes, assinou o Decreto nº01/2017, que cria o Correio Oficial de Padme, um meio de atender ao princípio da publicidade, um vetor da Administração Pública que diz respeito à levar ao conhecimento do publico, os atos do governo, dá transparência e conferir a possibilidade de qualquer pessoa questionar e controlar toda a atividade administrativa que deve representar o interesse geral da nação.


Kfah da Escorvânia convida Ministro-Regente a participar da organização do Mandala

O Kfah Abbas I da Escorvânia, emitiu uma nota de felicitação ao primo, Samir Ibrahim Alferes, atual Ministro-Regente, e aproveitou o ensejo para convida-lo a dar continuidade ao Colegiado da Mandala Lusófona de Orientalismo, organização criada pelas Micronações de cultura asiática. O monarca árabe, visa junto ao honorável Ministro estreitar os laços e dar seguimento a um arranjo mais sólido a organização.


Ministro-Regente busca medidas para preservar a cultura budista no país

Com a mudança de governo, Padme tende adotar um perfil mais político e nacional, o atual Ministro-Regente, que pretender não se envolver em assuntos religiosos, buscou nesta semana, medidas para preservar a identidade mãe do projeto. O chefe do Kashag, receia tomar rigorosas providencias, em virtude de um eventual desaparecimento cultural do budismo. O ministro enviou convites aos interessado na cultura, e segundo o Palácio do Pavão, tal questão parece parcialmente solucionada.