A voz do povo é a voz de Deus: Comunidade Eclesial Micronacionalista chega à Padme e inaugura primeira Igreja do Estado

Desde a proclamação do Estado Novo em 01 de Março deste ano, Padme viveu intensas mudanças em sua ordem politica, cultural e social. Esta profunda transformação se refletiu consequentemente na sociedade padmesa, que cada vez mais toma frente das decisões do país.

A Constituição de 2017 foi também a ferramenta significativa neste processo, que findou a supremacia de um ideal político-religioso e proclamou a liberdade, conferindo soberania a seu povo.

Na semana passada, o Conselho Supremo aprovou em unanimidade a PEC nº 02/2017 que pôs fim a obrigatoriedade do ideal budista em Padme, consequentemente, a Emenda Constitucional cuja autoria, é da Ministra do Interior, Amélie Loreal, desvincula o ideal budista da politica e cultura padmesa de forma cabal.

Neste final de semana, o Príncipe Soberano se reuniu com o Arcebispo Metropolitano de Treviso, Sua Eminencia, Don Neimar Bionaz. Na ocasião, o monarca buscou o apoio da Comunidade Eclesial Micronacionalista (CEMIC) neste novo momento vivido pela sociedade padmesa, que atualmente professa a fé Católica Maronita.

Neste Domingo (04/06), Sua Eminencia, o Arcebispo Metropolitano de Treviso emitiu um decreto que erigiu o primeiro templo católico em Padme, denominado de Curato de São Jorge, o santo, mártir cristão e mundialmente venerado, foi escolhido pelos padmeses como padroeiro da nação.

Tais acontecimentos é a demonstração de que uma sociedade, mesmo que micronacional é dinâmica, e o Estado deve atender o clamor de seu povo, em concordância com o principio da evolução social.