Supremo Conselho de Padme aprova fim do ideal pacifista e a criação de um sistema de defesa nacional

A proposta de Emenda Constitucional enviada no dia 17/04 pelo Parlamentar Faruk Lubulof, tem como matéria a alterar o Artigo 6º, paragrafo 4º da Constituição Padmesa de 2017 que dispõe: “… O Estado Principesco de Padme renuncia a ter Forças Armadas”. Segundo o Membro-Conselheiro, esse dispositivo ameaça a segurança e integridade moral de um país, posto que desde os primórdios da humanidade, e ainda nos tempos tribais, a segurança era um principio supremo, não é atoa que construímos muros e cercamos nossos casas até hoje, a fim de que possamos nos sentir mais seguros, assim argumenta o Parlamentar, e afirma que Padme necessita de um sistema de segurança, mesmo que nos moldes moderno, mas é uma questão priori.

Em contra partida, a discussão no plenário percorreu até o dia 27/04, a Ministra do Interior, Amélie Loreal e também membro Parlamento Padmês, num primeiro momento enviou um recurso ao Colegiado na qual dizia “repudiar a emenda“, pois violava o principio do pacifismo, amparado antes mesmo da constituição de 2017. A Ministra ainda fez o um apelo a sociedade, para que se mobilizasse em prol do veto desta emenda.

O Príncipe Soberano não interveio nas sessões e deixou prolongar a matéria até que todos os parlamentares interessados votassem, o que por fim, veio o resultado, a PEC 01/2017 foi aprovada, Padme passa ter direitos de constituir suas forças armadas e seu sistema de defesa e segurança conforme lei específica. Tal episódio foi considerado pelos parlamentares a favor da Emenda, uma vitória, e julgam ser o início da consolidação de partidos e bancadas políticas. A matéria segue agora para a sanção principesca, já considerada aprovada.

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